Aqui vai uma breve introdução sobre o que é Neurociencia.

Como um aquecimento de nossos neuro curiosos neurônios frente à aprendizagem.

Voltando um pouco no tempo, foi a partir de 1950 que a Neurociência passou a ganhar força, pois até então era considerada uma “caixa preta”. Alguns dentre os marcos:

  • século XVII, René Descartes sustentava a ideia de dualidade, ou seja, corpo X alma ou mente X cérebro, criou a frase icônica dita pelo filósofo francês -“Penso, logo existo” -, que marcou a visão do movimento Iluminista, colocando a razão humana como única forma de existência.
  • século XIX já existia uma Psicologia com a proposta de uma abordagem mais científica da mente.
  • descoberta do neurônio como unidade fundamental do cérebro
  • advento da Inteligência Artificial, onde o cérebro era visto como um computador e a mente como um software.
  • 1990 é publicado o livro “O erro de Descartes”, de Antônio Damásio, onde se revê , amplia e ganha-se uma nova compreensão da relação entre a “estrutura” e as “funções” do cérebro. Agora mais dinâmica, complementar e interativa.
  • ao longo da década de 90 o quadro muda novamente com a biopsiquiatria,  descobertas sobre a doença depressão, medicamento como Prozac, e os instrumentos diagnósticos de neuroimagem.

Mas, e a consciência?

Antes, reduto era da filosofia e passa a ser matéria prima da neurociência. Da questão dual passamos a ter uma outra triangular: mente- cérebro- consciência.

A questão hoje não é apenas como os cérebros podem gerar mentes, mas como as mentes podem afetar seus cérebros. E mais, como a mente afeta o cérebro, o organismo e vice-versa.

A ciência do cérebro abarca estas questões. Assim como a neurociência educacional trata do cérebro voltado à aprendizagem.

A questão da delimitação de áreas, das searas de saberes, ainda será tema de anos pela frente. Mas uma coisa é certa: a neurociência é a “bola da vez”!


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